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TESTEMUNHANDO O VERBO DIVINO NA AMAZÔNIA

s missionários do Verbo Divino, da Região Amazônica do Brasil, estamos celebrando 25 anos de presença Verbita nestas terras onde “Deus armou a sua tenda” e acampou no meio dos índios, negros, camponeses, caboclos, ribeirinhos e pessoas vindas de todo Brasil.

Tudo começo há 25 anos atrás no coração dos verbitas da província Brasil Sul (BRS). Eles queriam uma missão que abrisse novos horizontes na província. Foi assim que no dia 26 de Janeiro de 1980 chegavam em Santarém-Pará os padres Francisco Kom, José Gross e Patrício Brennan. Depois em 17 de março, do mesmo ano, chegaram os padres João Mors e João Adolfo Barendse para somar forças ao trabalho missionário.

Durante a assembléia em Janeiro, deste ano, em Oriximiná-Pará, escutávamos na partilha de João, Patrício e José Gross como foi importante que a vinda deles para estas terras desconhecidas e as dificuldades enfrentadas nos primeiros anos: aventuras, ameaças, projetos e sonhos. E hoje 25 anos depois disseram que valeu a pena.

Valeu a pena, porque as sementes do Verbo estavam presentes no meio destes povos e culturas. Valeu a pena, porque veio sangue novo do “estrangeiro” propondo um novo modelo de ser igreja. Como dizia o Senhor Adónias em Oriximiná: “Os Verbitas se parecem com Jesus porque se misturam com o povo”. Valeu a pena, porque o povo teve voz e vez. Valeu a pena, porque com esta prioridade de formação de lideranças, os leigos(as) abriram sua mente e coração na busca do novo. Valeu a pena, porque com este trabalho “Pé no chão” as comunidades negras, ribeirinhas e da cidade se organizaram e criaram movimentos sociais para reivindicar por seus direitos. Valeu a pena, porque graças à vinda de Francisco Kom, José Gross, Patrício Brennan, João Mors e João Adolfo (+), hoje estamos celebrando e agradecendo a Deus por estes 25 anos de presença Verbita na Amazônia.

Como diz o cantor Zé Vicente: “Sonho que se sonho só é sinal de ilusão. Sonho que se sonha juntos é sinal de solução...” E o que sonhamos para os próximos 25 anos? O nosso documento de planejamento “Calce as Sandálias” nos diz: “Devemos ser na Amazônia presença de uma Igreja que quer assumir a sua missão como serva da Palavra, irmã da Criação e sinal de Cristo. Ir além do serviço sacramental, abraçando a vida, os sofrimentos e alegrias do povo. Ser uma congregação inserida, ao lado dos pobres e defensora da vida. Só assim se tornará sinal do Reino de Deus”.

Reafirmamos como congregação religiosa a nossa declaração Amazônica: “Nós, Missionários do Verbo Divino na Amazônia, somos convocados pelo Deus Uno e Trino a testemunhar os valores do Reino no meio dos pobres, injustiçados e excluídos, numa continua luta solidária e libertadora, no resgate da sua cultura, dignidade e cidadania, e na defesa da integridade da Criação, visando vida plena para todos e todas”.

Pe. John Jaime Zuluaga Romero, svd
Superior Regional